Conteúdos

Como amenizar a cólica renal?

2 minutos atrás
Como amenizar a cólica renal?
Como amenizar a cólica renal?

    Assine a nossa newsletter

    e tenha acesso aos nossos materiais educativos diretamente na sua caixa de e-mail. Basta preencher os campos abaixo:

    cólica renal é a dor provocada pelo movimento dos cálculos — “pedras” nos rins, ureteres, bexiga ou uretra. Essas formações ocorrem devido à cristalização de substâncias presentes na urina que não foram eliminadas corretamente. Trata-se de um episódio agudo, que se alterna entre picos de dor e momentos de alívio.

    Neste artigo, mostramos as principais características do problema e o que pode ser feito para amenizá-lo. Veja, também, como é o tratamento da condição responsável por desencadeá-lo. Boa leitura!

    Como identificar a cólica renal?

    Muitas pessoas confundem a dor lombar com a dor nos rins. Porém, a lombalgia tem origem musculoesquelética (surge na coluna, em seus ligamentos e/ou nos músculos da região) e piora dependendo do movimento ou posição realizados.

    Ela é responsável pela maior parte das queixas por dor na região, levando a quadros que duram meses ou mesmo anos. Na maioria das vezes, não causa sintomas associados (como febre, vômitos, perda de apetite e/ou presença de sangue na urina),diminuindo com o repouso.

    Já a cólica renal é um dos possíveis tipos de dor nos rins. Ela é provocada, especificamente, pelo deslocamento dos cálculos, apresentando características e sintomas associados distintos da lombalgia.

    Assim, quando a cólica renal aparece não restam dúvidas. De maneira geral, ela:

    • provoca uma dor excruciante;
    • é sentida unilateralmente, à altura da coluna lombar;
    • inicia nas costas e pode se irradiar para os flancos ou para a virilha;
    • começa de maneira repentina;
    • piora conforme o tempo passa e não melhora com massagem nem repouso;
    • causa vômitos e, por vezes, hematúria (presença de sangue na urina, visível a olho nu).

    Vale destacar que qualquer dor deve ser investigada por um médico. Porém, no caso da cólica renal esse conselho, sequer, é necessário — afinal, quem passa por ela fica “transtornado”, desejando ser atendido o quanto antes.

    Como amenizar o problema?

    Para amenizar o problema é preciso que alguém leve a pessoa acometida a um hospital ou clínica especializada em nefrologia o mais breve possível. O atendimento, nesses quadros dramáticos, é feito em caráter de emergência.

    A escolha da medicação empregada varia conforme as condições clínicas de cada paciente, bem como eventuais alergias medicamentosas. De maneira geral, a conduta médica adotada para pacientes de 18 a 65 anos de idade é a da aplicação de diclofenaco intramuscular, dipirona intravenosa ou morfina (0,1 mg/kg). Esses potentes anti-inflamatórios não esteroides e analgésicos costumam ser suficientes para promover o alívio da dor em episódios agudos.

    Em relação aos efeitos colaterais, imediatos ou tardios do tratamento medicamentoso, os estudos a posteriori não apontaram nenhum dado relevante. Ou seja, não foram registrados sangramentos gastrointestinais, insuficiências renais ou óbitos em decorrência delas. Com isso, são medicações consideradas seguras e eficazes.

    Qual é o tratamento indicado?

    Para evitar a cólica renal, é preciso eliminar os cálculos e tratar a litíase. Do contrário, as chances de o paciente ter um segundo episódio agudo, nos anos seguintes, é bastante alta.

    A maioria dos cálculos é eliminada espontaneamente, com ou sem a ajuda de medicamentos. Mas, caso seja necessário remover pedras com mais de 10 mm, é preciso intervir cirurgicamente. Nesses casos, realiza-se a litotripsia (bombardeamento por ondas de choque) e/ou a cirurgia endoscópica.

    A etapa seguinte consiste em determinar as causas da litíase. Para isso, o especialista faz uma avaliação metabólica detalhada, por meio dos resultados dos exames de urina e de sangue. Além disso, também considera as informações obtidas na análise laboratorial dos cálculos expelidos, quando capturados.

    Por fim, orienta o paciente sobre como prevenir a recorrência do problema. As recomendações básicas são:

    • beber bastante água (de 2,5 a 3 litros, em média, por dia);
    • ter uma dieta saudável e equilibrada (rica em potássio, citrato, fitato e fibras, normal em cálcio e reduzida em sódio e proteínas animais);
    • praticar atividades físicas regularmente;
    • minimizar a ingestão bebidas diuréticas (como cerveja);
    • não se automedicar;
    • ir às consultas periódicas e fazer os check-ups de rotina.

    Caso tenha passado por um episódio de cólica renal, conte com a equipe da Clinirim, clínica do rim e hipertensão arterial localizada em Florianópolis, SC. Aqui, dispomos de toda a infraestrutura necessária para tratar o problema, bem como um corpo clínico multidisciplinar para orientar cada paciente da melhor forma, sempre de maneira individualizada.

    Para esclarecer dúvidas, entre em contato. E, para fazer uma avaliação individual, agende sua consulta. Nossos experts estão à sua disposição!

    A Clinirim – Clínica do Rim e Hipertensão Arterial é uma instituição de saúde localizada em Florianópolis (SC) que tem como principal objetivo oferecer bem-estar e qualidade de vida para pacientes portadores de doenças renais crônicas.