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O que leva à insuficiência renal?

1 mês atrás
O que leva à insuficiência renal
O que leva à insuficiência renal?

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    Entender o que leva à insuficiência renal é indispensável para quem tem propensão a desenvolver essa doença, como os hipertensos e os diabéticos. Apenas a partir da compreensão sobre essa condição é possível buscar maneiras de preveni-la e ter mais qualidade de vida.

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN),a prevalência da doença renal crônica aumenta significativamente durante o envelhecimento, afetando:

    • 7,2% das pessoas acima de 30 anos e

    • 28% a 46% em indivíduos acima de 64 anos.

    Além disso, a SBN também explica que aumenta o risco de óbito associado a problemas cardiovasculares. Nos estágios iniciais, por exemplo, há 46% mais de chance disso ocorrer. Já nos estágios moderados, o número vai para 136%.

    Continue lendo para saber o que leva à insuficiência renal, quais são os principais sintomas dessa doença e como se prevenir.

    Afinal, o que leva à insuficiência renal?

    Antes de entender o que leva à insuficiência renal, é importante saber mais sobre essa doença. Ela é caracterizada pela redução parcial ou total da incapacidade dos rins de filtrar o sangue. Como consequência, há o acúmulo de substâncias que se tornam tóxicas para o organismo, como a creatinina e a ureia, por exemplo.

    Esse problema ocorre como consequência de outras doenças e é dividido em dois tipos: a aguda e a crônica.

    Insuficiência renal aguda

    A insuficiência renal aguda é caracterizada pela redução ou perda total da capacidade renal de forma rápida, mas temporária. Isso pode ocorrer por diversas doenças, como:

    • infecção nos rins: infecções causadas por bactérias que entram no canal urinário. São mais comuns entre as mulheres. O seu tratamento consiste no uso de antibióticos;

    • obstrução renal: diminuição total ou parcial do canal que leva a urina dos rins até a bexiga. Pode ocorrer por pedras renais, tumores, coágulos e aumento da próstata, e

    • glomerulonefrite aguda: inflamação da estrutura dos rins que faz a filtragem do sangue, podendo ocorrer após uma infeção.

    Após descobrir a causa, o nefrologista responsável irá traçar um tratamento para que o paciente recupere a sua função renal. Enquanto isso não ocorre, pode-se recomendar a filtragem do sangue de forma artificial, processo conhecido como diálise. A partir da recuperação, há a suspensão desse tratamento e é possível voltar a rotina regular.

    Infecção renal crônica

    Agora que você já sabe o que leva à insuficiência renal aguda, vamos falar sobre a forma crônica. Nesses casos, a doença surge gradualmente, durando mais tempo.

    Muitas vezes, ela está presente pelo resto da vida do paciente, que precisa realizar diálise de forma regular para reduzir os sintomas do acúmulo de toxinas e viver por mais tempo com mais qualidade de vida.

    Assim como nos casos agudos, existem diversas condições que podem causar esse problema. Entre as principais, podemos citar:

    • cálculo renal: formação de pequenas pedras nos rins de forma frequente, o que reduz a sua capacidade de funcionamento;

    • pielonefrite crônica: infecções recorrentes no órgão podem levar à perda permanente da função de filtragem e

    • Câncer de rim: durante o avanço da doença, há a destruição das células saudáveis e a perda da sua capacidade de filtrar o sangue.

    Além disso, a hipertensão e a diabetes descompensadas também podem levar à insuficiência renal.

    Quais os sintomas?

    De forma geral, a insuficiência renal não apresenta sintomas nos seus graus mais leves. Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, 70% dos pacientes que iniciam a diálise descobrem a doença quando os rins já estão muito comprometidos.

    Nesses casos, os principais sintomas são:

    • anemia;

    • alterações nos hábitos urinários;

    • cansaço;

    • perda óssea;

    • inchaço;

    • perda de apetite e

    • pressão alta.

    Como prevenir-se?

    Tão importante quanto saber o que leva à insuficiência renal, é buscar maneiras de prevenir essa doença. Para isso, deve-se ter bons hábitos que incluem:

    • controle da pressão arterial e dos níveis de glicemia no sangue;

    • interrupção do tabagismo;

    • dieta balanceada;

    • realização de exercício físico regularmente.

    Também é importante fazer o acompanhamento de forma frequente com um nefrologista ou urologista para prevenir e, quando necessário, diagnosticar de forma precoce as doenças que podem causar a insuficiência renal.

    Esse hábito é ainda mais recomendado para pacientes que contam com pedras nos rins e infecções, quadros que podem se tornar recorrentes e levar à perda gradual da função de filtragem do sangue.

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